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4.4.4 Morretes (cont.)

Caminhos Coloniais: os caminhos coloniais, eram a única ligação entre o litoral e o planalto paranaense, em meados do sécuo XVII. Por eles subiram os predadores de índios, os faíscadores de ouro e os homens que povoaram os Campos de Curitiba e os Campos Gerais. Tais caminhos, surgidos espontaneamente de acordo com a necessidade no início da colonização, hoje são percorridos pelo homem moderno de volta ao naturalismo, na descoberta de novas formas de lazer, notadamente o turismo ecológico, que pode ser desenvolvido entre outros, nos caminhos da Graciosa e do Itupava.

Caminho da Graciosa: sua construção em duas etapas: a da Serra do Mar, entre 1646 e 1653 e até o Atuba, entre 1848 e 1870. A estra de uso dos índios que desciam a serra para mariscar no litoral e depois subiam na época do pinhão. Em 1653 o caminho foi abandonado, utilizando-se o Itupava e a abertura definitiva só foi possível com a emancipação da Província, em 1872. Neste meio tempo foi diversas vezes aberta e abandonada.


Serra do Mar

Caminho do Itupava

Caminho do Itupava: consta que da trilha original, aberta por caçadores que perseguiam uma anta desde o alto da serra até o Porto de Cima, nasceu este caminho, por volta de 1625. Por ela foi feita facilitando o acesso de mineradores, de caçadores e de índios. Uma segunda etapa até a Borda do Campo foi aberta em 1649 e 1654. Neste ano, esta fundada a povoação de Nossa Senhora da Luz quando então terminou-se o trajeto. Também conhecido como caminho real, Caminho da Serra, Caminho de Morretes, de Curitiba, etc. Foi uma das mais importantes e antigas estradas do Paraná.

Chácara Reomar: chácara agropecuária localizada no morro Alto na Estrada da Limeira, numa área de 120 alqueires. Possui oito tanques de água corrente para pescarias no sistema pesque-pague, salão para lanche, sanitários, árvores frutíferas, pastos, além de cavalos para passeio.


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